Esta imagem ilustra o mito dos métodos de estudo, tendo que admitir que, quando frequentava a universidade, isso me acontecia com alguma frequência. Como costumava dizer, parece que tinha dedo para a coisa. Sempre que a cadeira era muito completa e como não costuma fazer os trabalhos de casa (estudar no dia a dia) ou até mesmo porque as disciplinas se acumulavam na época de exames ( o que não era raro acontecer) havia a necessidade de seleccionar a matéria e estudar apenas uma parte, nem que fosse apenas para o 10, e habitualmente conseguia acertar na matéria que não saia nos exames. Um exemplo mais óbvio para mim, e para quem me conhece, foi biofísica. Talvez por ter enraizado este método no meu subconsciente e este se manifestar de forma subterfugida, tive quem repetir este exame várias vezes, mais precisamente durante quatro anos, o que o tornou, na minha perspectiva, o "cadeirão" do curso. Agora vocês podem pensar " que gajo burro".Poder podem,mas não é a mesma coisa. A história tem outros contornos. Não sei porque, se por distracção minha ou da professora, só no último ano e em época especial finalistas é que descobri que a cadeira tinha 6 módulos e não 3, como eu vinha a estudar até então. Sempre achei estranho o facto de chegar ao exame e deparar-me com dois grupos de matéria com temas dos quais nunca tinha ouvido falar e nem sequer apareciam no caderno de apontamentos. Mas pronto, lá fazia os três primeiros grupos sem qualquer dificuldade e deixava os outros dois, no entanto não era suficiente para passar. Agora imaginem o meu espanto quando descobri que o programa incluía mais mais três módulos sobre radiações e que estes eram, sem sobra de dúvidas" os mais importantes. Afinal, O grupo 5 do exame incidira sempre sobre o módulo 5 ou 6 da matéria, valendo uma cotação de 8 valor. Não admira agora ter chumbado 4 anos. Such an ass hole....

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